Meu amigo Arthur Gadelha , grande conhecedor de loucuras cinematográficas, entende a minha paixão por cinema que se arrisca. Dos filmes que me lembro, Bacurau e Era uma vez em… Hollywood foram os últimos nessa picardia autoral que permite que o público se divirta com a história, enquanto os personagens se apaixonam por algo específico e brincam entre si. No filme de Quentin Tarantino , por exemplo, temos uma memória dentro de uma memória. Já no de KMF e de Juliano Dornelles , temos a torcida por uma reação de violência diante dos algozes do drama. Exatamente por compartilharmos dessa viagem, o colega me convidou para A Viagem Extraordinária de Celeste García , comédia que mistura drama, romance e ficção científica. A Viagem Extraordinária de Celeste García: Bye bye tristeza CRÍTICA No entanto, não é um sci-fi tradicional. Pegando emprestado elementos de Shaun of the Dead de Edgar Wright , o filme vai, aos poucos, criando uma tensão, mesmo que os ...
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