Vidro , por si só, já era uma missão complicada. Mas o diretor M. Night Shyamalan sempre foi um homem de escolhas duvidosas, roteiros divergentes e tramas absurdas. Tudo, aparentemente em sua cabeça, funciona muito bem, tanto que ele produz, escreve e dirige os seus filmes com o seu orçamento e com os astros que ele quiser, sem nenhuma mão de estúdio ou produtor. Talvez por isso ele esteja sempre à frente do tempo, visto que lança obras que facilmente são criticadas negativamente e depois se tornam referências de como escrever um roteiro e produzir um filme. Isso aconteceu com Corpo Fechado , filme de super-heróis com drama e sem ação, Sinais , obra de horror com comédia, e A Vila , longa que, apesar de se auto sabotar no plot twist, é um exemplo de como manter o espectador limpando as lagrimas com uma mão e com a outra na boca segurando o grito. + Corpo Fechado (2000) | Em busca de novas camadas Vidro , por outro lado, apesar de manter o ritmo corrido de A Visita e Fragme...
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