São muitos (às vezes até demasiados), os filmes que revivem a Segunda Guerra Mundial e seus acontecimentos em territórios já padrões. Japão, Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha e Rússia estão sempre em destaque na narração desse acontecimento, o que cria uma rotina e uma visão quase unilateral de um grupo pré-definido. A quantidade é tão vasta que é possível criar uma classificação para o tema. Por essas e outras que a audácia - ouso dizer -, do diretor Pawel Pawlikowski (mais conhecido por seu filme Ida ) de construir enredo em torno da Guerra Fria na Polônia deve ser reconhecida, não só pela coragem em si, mas pelo êxito em seu resultado. Crítica: Guerra Fria (2018) O retrato, e a beleza, da guerra improvável A Polônia da década de 50, oficialmente República Popular de Polônia, foi marcada pela consolidação do Estado Socialista e pelas repercussões da Segunda Guerra. Desta forma, um grupo de produtores artistas decidem construir um grupo musical para reviver a tradição...
Arquivo do site Quarto Ato (2012-2020)