À primeira vista, Pedro Coelho (2018) parece um tanto quanto vergonhoso. Híbrido de CGI com live action, o filme “moderniza” a charmosa e consagrada obra infantil de Beatrix Potter , já adaptada múltiplas vezes em seriados de animação. Devido ao boom de filmes semelhantes que vêm surgindo desde a virada do século, o sentimento inicial sobre o filme é amargo e conservador, como um pressentimento bastante negativo de que uma preciosidade foi destruída. Mas, e se a surpresa for boa? Inacreditavelmente, apesar de não ser excelente, ela aconteceu: eis que a nova empreitada do coelho de jaqueta azul é divertida. E muito. Crítica: Pedro Coelho (2018) Absurdamente ousada, comédia familiar diverte Sob a direção de Will Gluck , veterano da comédia por trás de A Mentira (2010), Amizade Colorida (2011) e Annie (2014) - este último seu primeiro filme familiar -, Pedro Coelho adquiriu um novo tom: absurdo, debochado e violento, ainda que com sua cota de fofura, o filme aproxima seus ...
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