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Mostrando postagens com o rótulo mark wahlberg

Pai em Dose Dupla 2 (2017) | Comédia natalina é constrangedora

Dentro do gênero de comédia no cinema, é impressionante a capacidade de produções do tipo destinadas à praça familiar (mesmo que nem sempre sejam adequadas para tal) de se estabelecer com uma vertente da indústria, ainda que muitos destes longa-metragens nem devessem sair do papel. É o caso de “Pai em Dose Dupla”, empreitada estrelada por Will Ferrell e Mark Wahlberg em 2015 que, tomando para si outro gênero bastante lucrativo, o de "holiday movies" — filmes ambientados entre o Dia de Ação de Graças norte-americano e o Ano Novo — conquistou uma constrangedora sequência dois anos depois. Crítica: Pai em Dose Dupla 2 (2017) Comédia natalina é constrangedora A receita parece fácil: basta acrescentar comediantes rentáveis em situações familiares absurdas, com cenários que possam ser explorados (há quase sempre uma viagem para algum lugar interessante) e algumas piadas de mau gosto envolvendo linguagem imprópria (ainda que crianças também sejam parte do alvo da produç...

Transformers: O Último Cavaleiro (2017) | Mais explosões, menos diversão

Transformers: The Last Knight (EUA) O exagerado diretor Michael Bay ( "Pearl Harbor" , 2001), conhecido por seu trabalho em filmes de ação cheios de explosões e computação gráfica, tem como principal obra a lucrativa franquia "Transformers" (2007), cujo o quinto filme, "Transformers: O Último Cavaleiro" (2017), marca a última vez em que Bay ocupa uma cadeira de direção na saga dos robôs-carros-alienígenas. Não fugindo muito das últimas produções, o filme mostra mais uma vez que o excesso de cenas de ação e efeitos visuais não são sinônimo de diversão, revelando-se mais um blockbuster megalomaníaco que esquece de um dos principais objetivos do cinema. Desta vez mergulhando no universo medieval das lendas de "Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda", o longa-metragem traz de volta Mark Wahlberg no papel de Cade Yeager, inventor e amigo dos Autobots e Dinobots que os protege clandestinamente enquanto a Terra é ameaçada pelos malva...

Ted 2 (2015) | Diretor e roteiro piegas ensinam como não filmar uma continuação

Seth MacFarlene  adaptou-se tão facilmente à indústria, que sua maior criação cinematográfica entrou em um limbo tradicional em Hollywood: no esquecimento. Logo após o primeiro filme do ursinho politicamente incorreto, a crítica e bilheteria cederam créditos para o diretor seguir em frente com uma continuação. No meio do caminho, MacFarlene apresentou um dos mais fracos Oscar's dos últimos anos, dirigiu filmes e séries, com a participação de astros como Liam Neeson , e por fim, voltou ao Ted na pior forma possível. Piadas podem ser agradáveis. Pode variar de pessoa e humor, mas quando se repete, o filme se torna cansativo, previsível e preguiçoso. Há uma piada,  cômica  na primeira vez, que se repete três vezes, outras, que seguem o mesmo rumo, continuam diminuindo a graça ao ser contada pela quarta ou quinta rodada de piadas  esquecíveis . Sinal de reciclagem gratuita e desnecessária ao um filme que seria engraçado só com o ursinho falante em festas, como...