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Mostrando postagens com o rótulo MateriaCinema

“O Riso é Social”: confira entrevista com estrelas e roteirista de “Os Farofeiros”

Comédia é um tesouro nacional: o gênero está entre os mais rentáveis do cinema brasileiro, movimentando o mercado de cultura e levando milhões de espectadores ao cinema, além de lançar protagonistas ao estrelato e consolidar franquias. De onde saem os primeiros passos que levam a esse sucesso? Como é para o elenco, muitas vezes já experiente na televisão, encarar novos desafios e o reconhecimento do público?  “O Riso é Social”: confira entrevista com estrelas e roteirista de Os Farofeiros Quarto Ato compareceu à prèmiere da nova comédia brasileira Para responder algumas dessas perguntas, o Quarto Ato esteve presente na prèmiere do filme Os Farofeiros em Fortaleza, onde conversou com os astros do filme, Maurício Manfrini (popularmente conhecido pelo personagem televisivo Paulinho Gogó) e Cacau Protássio (do seriado cômico Vai Que Cola ), e também com o popular roteirista Paulo Cursino , que além da nova comédia tem os sucessos De Pernas Pro Ar (2010), Até Que a Sorte ...

Oscar 2018: Cinco filmes vencedores do Oscar de "Melhor Filme" baseados em livros (e você provavelmente não sabia)

A maior premiação de produções cinematográficas já glorificou diversos filmes com o grande prêmio da noite, o de Melhor Filme: musicais, histórias reais, dramas, aventuras e fantasias. No meio de toda essa diversidade - que finalmente tem crescido da forma que merece no último ano -, o mundo da literatura não pode e nem fica para trás. Não é recente ou raro encontrar filmes baseados em livros que concorrem ao Oscar em diversas categorias. Quando fala-se de "melhor filme", um dos maiores títulos da premiação, é normal encontrar filmes baseados em livros homônimos. Um caso recente foi a edição do Oscar de 2016, onde sete dos oito filmes indicados à melhor filme eram baseados em obras literárias. Já no de 2018, Me Chame Pelo Seu Nome marca sua presença entre os concorrentes. Oscar: Cinco filmes vencedores de "Melhor Filme" baseados em livros (e você provavelmente não sabia) Em 2016, sete dos oito filmes indicados a Melhor Filme eram adaptação literária. Esse an...

Lista 4TO: Os 10 Melhores Filmes de 2017

Nesse ano, grandes franquias retornaram aos cinemas para seus desfechos ou reaberturas. Além disso, surpresas no cinema nacional, filmes do Oscar que resistiram em qualidade até o último mês do ano, e filmes aguardados com muito barulho. A lista feita em colaboração dos integrantes do Quarto Ato vai de filmes de herói, musical, drama, terror, ao ápice polêmico da cultura oriental.  Confira nas páginas abaixo! [next] 10. Logan , de James Mangold "No fim de tudo, Logan diz pra Laura com uma sinceridade angustiante “Não seja aquilo que te fizeram”. Um legado extremamente tocante que o personagem e ator deixam para a menina e público que aprendeu com os filmes da franquia em transformar a intolerância em aprendizagem. Um depoimento belíssimo que emociona, assim como o último plano do filme que já nasceu como um dos mais tocantes da sétima arte." Crítica por Gabriel Amora [next] 9. Moonlight: Sob a luz do luar , de Barry Jenkins  "Poético, intens...

Papel da Mulher nos quadrinhos foi tema de debate de encontro do Jornal O Povo

Mulher-Maravilha, Mulher-Gato, Arlequina, Capitã Marvel... Não são poucas as personagens femininas no mundo dos heróis de quadrinhos (mesmo que ainda estejam em desvantagem). Dessa forma, é curioso - sem falar de discutível - observar a situação se considerarmos o número de filmes solos de qualquer uma dessas personagens em comparação aos de seus companheiros homens. São mais de 10 filmes do Super-Homem , enquanto sua parceira, a icônica Mulher-Maravilha , só teve o "privilégio” de aparecer nas telonas este ano, 75 anos após sua criação. O papel da mulher nesse universo, apesar de em crescimento, ainda possui muitas pendências e muito a ser trabalhado. Com o número crescente de leitores do gênero feminino no mundo dos quadrinhos - sem falar da chegada do século XXI - já está mais do que na hora das heroínas serem não só representadas como coadjuvantes, mas celebradas e bem trabalhadas como principais. E esse foi o tema principal do encontro de blogueiros do Jornal O ...

Cannes 2017: O Final Feliz de Haneke?

Acredito que todo mundo deu uma risada baixa ao ler que o novo filme do austríaco Michael Haneke se chamava 'Happy End'. Não é preciso ser o maior fã do cineasta para saber que conclusões trágicas estão sempre presentes em seus filmes. Sua última aparição no cinema foi integralmente chocante com "Amour", de 2012, vencedor da Palma de Ouro e do Oscar de Filme Estrangeiro. E já faz mais de 20 anos que Haneke está presente no cenário do cinema mundial com filmes que sempre exigiram uma digestão densa. De volta ao mundo e a Cannes cinco mais tarde, Haneke também traz de volta os atores Jean-Louis Trintignant e Isabelle Huppert. Os três trabalharam juntos em 'Amour', mas o destaque se volta a Huppert que, ano passado, impressionou o Festival com a atuação enigmática em 'Elle', de Paul Verhoeven - tanto que foi parar na "grande" premiação do Oscar. Embora ela não esteja, segundo a crítica presente, no páreo para a premiação final do festival....

Cannes 2017: Werner Herzog e os tempos de Brasil em Cannes

Anselmo Duarte segura a Palma de Ouro em 1962 É instigante lembrar que entre 1949 e 1971, a presença do cinema brasileiro em Cannes era rotina. Poucos foram os intervalos nesses 22 anos em que a grande premiação francesa ficou sem um representante do país. Era um fluxo tão intenso que acontecia de dois filmes concorrerem no mesmo ano (1954, 1964 e 1970). Dois dos pilares do nosso cinema "Deus e o Diabo na Terra do Sol" , de Glauber Rocha, e "Vidas Secas" , de Nelson Pereira dos Santos competiram juntos pouco depois de trazermos a Palma de Ouro de "O Pagador de Promessas", de Anselmo Duarte O 'Cinema Novo' surgiu em um momento de "renovação" dos agrupamentos culturais; respirando o ar de outros movimentos, consolidou-se "rapidamente" como também influência para o cinema que se fez posteriormente. A chamada "Nova Hollywood" começou a ser discutida por esses tempos, numa geração representada por nomes como ...

Cannes 2017: A recepção de 'Okja' em meio a polêmica da Netflix

Não é de hoje que se discute a posição da Netflix, principalmente porque se tornou em pouquíssimo tempo uma nova ferramenta de interação audiovisual. Nasceu como uma biblioteca virtual e cresceu enquanto ninguém se preocupava. Mas como o Google que há muito deixou de ser um site de pesquisas, a Netflix passou a pensar alto ao produzir suas próprias obras. A fricção imediata foi com os canais televisivos que não queriam classificar as séries da empresa como TV. E muito se pressionou por parte da indústria para que fosse ignorada. Mas não deu, a começar por grandes premiações de TV que passaram a colocar as obras no páreo. Logo depois, a briga comprada foi ainda maior: filmes originais Netflix. Enfrentou tanto o conservadorismo mundial em torno do cinema, quanto as grandes indústrias vigentes. Esse ano, a discussão ganhou mais um capítulo interessante. Ao concorrer à Palma de Ouro ao lado de "filmes de cinema", 'Okja', do bem recepcionado diretor sul-coreano Joon-Ho ...

Cannes 2017: A abstração política de Kornél Mundruczó retorna no super-herói de "Jupiter's Moon"

As histórias do húngaro Kornél Mundruczó se parecem com as do grego Yorgos Lanthimos. Não em forma ou narrativa, já que seria complicado parecer assim sem imitar peculiaridades. Mas, precisamente, pela a união de bizarrice e ineditismo que precisa ser surpreendente. Curioso que ambos estejam competindo pela Palma de Ouro esse ano em Cannes, com 'Jupiter's Moon' e 'The Killing of a Sacred Deer', respectivamente. Suas carreiras até se assemelham na relação com Cannes, mas essa proximidade rende uma outra reflexão que fica para depois. Em questão, está o que há de instigante nessa bizarrice e a preparação para o que pode vir. O ápice mais recente na carreira de Kornél foi o emotivo 'Deus Branco', vencedor do prêmio Un Certain Regard em Cannes de 2014. Sua trama de aparência inofensiva traz um cachorro que, após ser abandonado, precisa sobreviver na rua. Se escutado por trás da porta, poderia dizer que era a descrição da jornada tragicômica 'Bolt - Su...

Cannes 2017: A segunda recepção calorosa de Todd Haynes

O americano Todd Haynes foi premiado já na primeira vez que pisou em Cannes. O prêmio de Contribuição Artística foi entregue em 1998 por Velvet Goldmine, uma ambiciosa história de investigação e sexualidade que chamou atenção por onde passou. E cinco trabalhos depois, 17 anos mais tarde, 'Carol' jogou novamente Haynes no auge da atenção mundial. Levando o prêmio de atriz em Cannes 2016, o filme alçou voo até "parar" na premiação da Academia. + Crítica: Carol (2015) Haynes não esperou muito para retornar; esse ano, com o misterioso 'Wonderstruck' (Sem Fôlego, na tradução brasileira), concorre novamente à Palma de Ouro. O pequeno extrato divulgado previamente no site do Festival entrega um clima que oscila por uma estética essencialmente sonora; há um ritmo nessa pequena cena que jamais vimos em outras de suas obras. E esse é o principal destaque da maioria das críticas, reviews e primeiras impressões que o filme veio recebendo após sua primeira exibiç...

A Caricata Cinematografia de Wes Anderson

Ao pressionarmos o botão “reproduzir”, adentramos um novo mundo, criado por alguém puramente interessado em fazer-nos sentir algo; qualquer pontinha de sentimento vale, desde um sorriso que brota no canto da boca até o gosto amargo da revolta. O cineasta é, antes de tudo, um contador de histórias. E Wes Anderson aparenta retirar as suas de um livro de contos de fadas. O visual distinto das produções do diretor de O Grande Hotel Budapeste e Moonrise Kingdom encantou os amantes da sétima arte, tanto espectadores quanto críticos da famosa Academia. O estilo marcante de Anderson torna fácil reconhecermos as películas de sua autoria. Caso o filme possua as características contidas na seguinte lista, é provável que seja do diretor e roteirista americano: 1. Elenco repetido Dizem que figurinha repetida não completa álbum... mas preenche o elenco dos filmes de Anderson. Owen Wilson, seu colega de faculdade, colaborou várias vezes com o diretor, estrelando e co-escrevendo roteiros, ...