As cores escuras e frias, o exótico e o bizarro, a narrativa excêntrica e a presença constante do onírico. Não é difícil supor que estamos diante de um filme do diretor Tim Burton , conhecido por diversos outros filmes consagrados pelo público e pela crítica, como Edward, mãos de tesoura (1990), A Noiva-Cadáver (2005) e Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007). Em 2019, o diretor, que há alguns anos andava sumido das grandes bilheterias, arrisca junto à Disney na produção live-action do polêmico clássico de 1940: Dumbo . Nesta versão, em um 3D completamente desnecessário, o elefantinho voador das grandes orelhas não anda com animais falantes e consegue manter o protagonismo, mesmo dividindo a tela com elenco de peso. Os créditos, entretanto, não devem ser somente aos animadores, que fizeram um bom trabalho com a construção digital de Dumbo e sua mãe, mas sim pelo roteiro, que não faz jus aos grandes nomes. Entre eles, Michael Keaton - ...
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