Nesse ano, grandes franquias retornaram aos cinemas para seus desfechos ou reaberturas. Além disso, surpresas no cinema nacional, filmes do Oscar que resistiram em qualidade até o último mês do ano, e filmes aguardados com muito barulho. A lista feita em colaboração dos integrantes do Quarto Ato vai de filmes de herói, musical, drama, terror, ao ápice polêmico da cultura oriental.
Confira nas páginas abaixo!
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10. Logan, de James Mangold
"No fim de tudo, Logan diz pra Laura com uma sinceridade angustiante “Não seja aquilo que te fizeram”. Um legado extremamente tocante que o personagem e ator deixam para a menina e público que aprendeu com os filmes da franquia em transformar a intolerância em aprendizagem. Um depoimento belíssimo que emociona, assim como o último plano do filme que já nasceu como um dos mais tocantes da sétima arte." Crítica por Gabriel Amora
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9. Moonlight: Sob a luz do luar, de Barry Jenkins
"Poético, intenso e crucialmente cheio de voz, "Moonlight: Sob a Luz do Luar" atinge aclamação em sua comovente empatia, trazendo ao público uma história que pode até soar distante para alguns, mas representando uma realidade próxima. Em suma, a obra de Barry Jenkins atinge o que o cinema, quanto arte, faz de melhor: contar bem uma história e, como consequência, nos fazer senti-la."
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8. Planeta dos Macacos: A Guerra, de Matt Reeves

"O desfecho tão esperado da busca da "Terra Prometida Símia", que pode ou não se concretizar de fato, não só carrega a ideia de esperança para nós humanos, representada pela pureza e bondade da personagem da atriz mirim Amiah Miller, mas um final ao menos decente para quem esperava ansiosamente um verdadeiro planeta dos macacos." Crítica por Natália Coelho
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7. Bingo: O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende
"Os temas tratados, além de drogas, vícios, poder e disputa, se esvaem quando Ana e Vladimir contracenam juntos. O último take, ainda que sejam os seus personagens, ao invés dos astros, emociona e deixa um olhar muito sincero do que queremos ser. Todos os dias estamos buscando reconhecimento, o que nos faz entrar em qualquer vício que afasta da família, como no trabalho ou no prazer. Somos protagonistas e astros de nossa própria história, mesmo que com bastante fantasia para dar uma temperada. E Daniel Rezende nos mostrou isso com um palhaço. Gênio."
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6. It: A Coisa, de Andy Muschietti
"Perfeitamente atual pelo pano de fundo social, relativamente assustador pela violência iminente, essencialmente inspirador e engajante pelos seus heróis – e vilões –, It é uma carta de amor aos filmes de terror de 30 anos atrás. Talvez com algumas palavras a mais do que o necessário, mas com a caligrafia irretocável." Crítica por Clara de Castro
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5. Mãe!, de Darren Aronofsky
"Mãe! é um dos filmes mais ousados do século XXI, que beira a presunção e a vaidade. Se apropriar de questões delicadas pode parecer, ao olhar de muitos, uma oportunidade para perpetuar o filme e o nome do seu conceptor. No entanto, Aronofsky traz a sua visão de caos, do apocalipse e do que somos. Se o seu objetivo era nos fazer questionar sobre as circunstâncias humanas e sociais, ele consegue; e se utilizar do cinema para isso é um mérito que poucos alcançam. E após tantas deliberações sobre esse filme, só resta uma pergunta: a vida imita a arte ou a arte imita a vida?" Crítica por Hillary Maciel
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4. La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle
"É necessário conceder eficácia à narrativa de La La Land. É um filme diferente da conformidade hollywoodiana não só pelo gênero musical, mas por sintetizar o cinema em tela e por ser o representante de uma nova geração de diretores, preocupados com a inovação estética; com apenas 31 anos, Chazelle ratifica o discurso de Whiplash, instaurando-se como um dos grandes diretores em atividade em Hollywood. La La Land é responsável por resgatar e reformular os musicais norte-americanos com uma linguagem original e atualizada, agradando tanto os fãs nostálgicos do gênero quanto os céticos dos musicais." Crítica por Lucas Veiga
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3. A Criada, de Park Chan-Wook
"A Criada é uma história que convence por encontrar um ineditismo súbito ao atrelar seus lugares-comuns às intenções que só se tornam cada vez mais envolventes. Descobrindo até mesmo um humor diante uma dramaticidade que poderia ser apelativa, Park Chan-Wook conclui uma obra que consegue ser grandiosa até mesmo como movimento de liberdade. Essencialmente por incitar todas essas sensações com uma ambição desconcertante." Crítica por Arthur Gadelha
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2. Blade Runner 2049, de Dennis Villeneuve

"Mantendo a atenção do espectador em cada minuto de suas quase três horas de projeção, mesmo sem apelar para cenas de ação constantes, o longa-metragem de Villeneuve traz novo fôlego ao que em breve deve assumir-se como franquia. Poético, questionador, visualmente belo e, em alguns aspectos, brutal, tem-se aqui um exemplo de filme que atinge completo êxito naquilo que promete apresentar."
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1. Star Wars: Os Últimos Jedi, de Rian Johnson

"Respeitando o espírito dos filmes que consagraram Star Wars como uma das sagas mais apaixonantes do cinema e ainda servindo os fãs com pequenos (e emocionantes) agrados, Os Últimos Jedi mostra que a nova trilogia pode caminhar com as próprias pernas e qualquer trajeto a partir daqui é imprevisível. Em meio a tantos sentimentos gerados pelo filme, há um em específico que se sobressai quando a tela se fecha para dar início novamente à clássica trilha de John Williams e aos créditos finais: a esperança." Crítica por Kevin Alencar
◤ Menções Honrosas
Z – A Cidade Perdida, de James Gray (Crítica por Gabriel Amora)
Moana: Uma Mar de Aventuras, de John Musker e Ron Clements (Crítica por Hillary Maciel)
Manchester à Beira-Mar, de Kenneth Lonergan (Crítica por Carla Marinho)
Frantz, de François Ozon
Corra!, de Jordan Peele (Crítica por Arthur Gadelha)
Até o Último Homem, de Mel Gibson (Crítica por Gabriel Amora)
Em Ritmo de Fuga, de Edgar Wright (Crítica por Gabriel Amora)
A Cidade Onde Envelheço, de Marília Rocha (Crítica por Gabriel Amora)
◤ Confira as listas individuais
Obs: Cada filme da lista individual foi pontuado 5 à 1, de acordo com a ordem definida por cada um. A soma das maiores pontuações definiram a lista geral do Quarto Ato.
Lucas Jansen
1. Blade Runner 2049
2. A Criada
3. Star Wars: Os Últimos Jedi
4. Planeta dos Macacos: A Guerra
5. Logan
Vitória Salviano
1. Moana
2. Star Wars: Os Últimos Jedi
3. Logan
4. Planeta dos Macacos: A Guerra
5. Atômica
Hillary Maciel
1. Mãe!
2. Moonlight - Sob a luz do luar
3. La La Land
4. Planeta dos Macacos: A Guerra
5. Logan
Arthur Gadelha
1. Manchester à Beira-Mar
2. Frantz
3. A Cidade Onde Envelheço
4. A Criada
5. Jackie
Kevin Alencar
1. A Criada
2. It: A Coisa
3. Star Wars: Os Últimos Jedi
4. Blade Runner 2049
5. Corra!
Gabriel Amora
1. Z – A Cidade Perdida
2. Bingo: O Rei das Manhãs
3. Moonlight – Sob a Luz do Luar
4. Até o último homem
5. Silêncio
Natalia Coelho
1. Blade Runner 2049
2. Star Wars: Os Últimos Jedi
3. La la Land
4. Até o último homem
5. Mãe!
Jordi Cruz Ferreira
1. Blade Runner 2049
2. Planeta dos Macacos: A Guerra
3. La La Land: Cantando Estações
4. It: A Coisa
5. Mãe!
Gustavo Nery
1. Blade Runner 2049
2. Baby Driver
3. Bingo: O Rei das Manhãs
4. La La Land
5. Corra!
Clara de Castro
1. A Criada
2. Mãe!
3. Star Wars: Os Últimos Jedi
4. Corra!
5. It: A Coisa
Delano Amaral
1. Star Wars: Os Últimos Jedi
2. It: A Coisa
3. Bingo: O Rei das Manhãs
4. Logan
5. Homem Aranha: De volta ao lar
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