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Novo filme de Rosemberg Cariry abrirá a 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes

D écimo segundo longa-metragem dirigido pelo cineasta cearense Rosemberg Cariry , “Os Escravos de Jó” será exibido, em première mundial, na abertura da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes, no dia 24 de janeiro. Na ocasião, diretor e equipe se reúnem para celebrar o ator baiano Antônio Pitanga, que será homenageado pelo festival ao lado de sua filha Camila Pitanga. O drama é produzido por Bárbara Cariry e se passa na cidade histórica de Ouro Preto, em Minas Gerais.  Rosemberg Cariry: novo filme abrirá a 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes  Em “Os Escravos de Jó”, Rosemberg Cariry discute a construção identitária da juventude Na trama, Samuel é um jovem, filho de pais adotivos (desconhece suas origens), que estuda Cinema e conhece Yasmina, uma imigrante palestina. Os dois se apaixonam e precisam enfrentar as dificuldades que surgem por conta de suas histórias e perspectivas de vida. Samuel divide-se entre heranças conservadoras e visões libertárias, que lhe são repass...

Retrato de uma Jovem em Chamas: Ser livre é estar sozinha?

 por Lilian Oliveira , especial para o Quarto Ato  Com a premissa de pintar um retrato a partir da observação de alguém, o francês Retrato de uma Jovem em Chamas traz à tela a sensibilidade do olhar feminino. Escrito e dirigido por uma mulher, Céline Sciamma , faz uso de planos fechados para evidenciar as características físicas das personagens, os seus gestos e é aí onde está toda a poesia do filme. Durante as duas horas de narrativa, apenas poucos minutos contam com a presença de homens na tela e eles são sempre recursos secundários. É uma narrativa puramente feminina. A trama é vivida por quatro mulheres: a mãe ( Valeria Golino ) que encomenda o retrato, sua filha Héloïse ( Adèle Haenel ), a pintora Marianne ( Noémie Merlant ) e a criada Sophie ( Luàna Bajrami ). Retrato de uma Jovem em Chamas: Ser livre é estar sozinha? Identificação é o que tem de mais potente nessa obra Marianne observa atenta cada detalhe de Héloïse para desenhá-la e aprende como ela re...

Marina Lima: Show em Fortaleza é pontuado por hits do passado e rock do futuro

(Foto: Rogério Cavalcanti/Divulgação) Não é todo mundo que consegue emplacar 40 anos de carreira no Brasil. Marina Lima , no entanto, conseguiu mais que isso. Em 2018, por exemplo, reafirmou sua essência como uma das rainhas da MPB com o álbum pop Novas Famílias , o 21º de sua carreira. O primeiro single foi o funk Só os Coxinhas , que ironiza aqueles que vivem apenas de aparências e de poder. É uma riqueza sonora que arde os ouvidos dos que se identificam. É um disco que tem crítica social e política em Mãe Gentil , Árvores Alheias e na faixa-título. É sobre ser uma gigante do passado e continuar se atualizando com o que vem acontecendo no presente. E, incrivelmente, a artista consegue realizar as mesmas proezas em um show como aconteceu no último sábado, 11, no festival Férias na PI, em Fortaleza, na Praia de Iracema. Marina Lima:  Show em Fortaleza é pontuado por hits do passado e rock do futuro   CRÍTICA ...

Adoráveis Mulheres: A União Feminina como Resistência

O livro “Mulherzinhas” (Little Women), clássico escrito por Louisa May Alcott , já foi adaptado em diversos formatos ao longo do tempo. Na sua sexta adaptação para o cinema, em Adoráveis Mulheres , a história ganha um novo olhar na direção e roteiro de Greta Gerwig , que moderniza a narrativa mostrando que uma história forte de união de mulheres é mais atual do que nunca. A história acompanha as 4 irmãs March: Jo ( Saoirse Ronan ), Meg ( Emma Watson ), Amy ( Florence Pugh ) e Beth ( Eliza Scanlen ) durante sua adolescência até o começo da vida adulta no período da Guerra Civil Americana. Com personalidades completamente diferentes, as quatro encaram os desafios da vida, seus altos e baixos, em uma crítica à sociedade machista e patriarcal.  Greta assume contar a história de maneira não linear. O espectador salta entre as lembranças e o presente das irmãs, e vai montando o quebra-cabeça com os acontecimentos que foram moldando o destino e a escolhas das personagens de m...

Oito longas de Fellini serão exibidos na Caixa Cultural Fortaleza

Com “Mulheres e Luzes” (1950) e “Abismo de um Sonho” (1952), começa neste sábado, 04 de janeiro, respectivamente às 16h e 18h, na CAIXA Cultural Fortaleza, a Mostra de Filmes do projeto A Estrada da Vida – 100 Anos de Federico Fellini, uma homenagem a um dos mais importantes cineastas italianos de todos os tempos. Até o dia 12 serão exibidos oito longas-metragens, entre ficções e documentários sobre a obra do cineasta italiano. Só não haverá programação na segunda-feira, dia 06. Fellini: Oito longas serão exibidos na Caixa Cultural Fortaleza A mostra acontece de 04 a 12 de janeiro, como parte do projeto A Estrada da Vida – 100 Anos de Federico Fellini O projeto teve início em Fortaleza com o curso "A Tela que Pensa - Fellini e a proliferação das imagens” ministrado nos dias 19 e 20 de dezembro pelo professor Luame Cerqueira, doutor em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e agora, de 04 a 12 de janeiro, segue com a mostra reverenciando o cineas...

Cinema do Dragão: Mostra Retroexpectativa terá 68 filmes de 16 países. Confira a lista.

O Cinema do Dragão exibirá 68 filmes de 16 países. Desse total, 31 são longas brasileiros. Entre os inéditos estão “Pacarrete”, “Três verões”, “A febre” e “Vitalina Varela”. O Cinema do Dragão também exibirá clássicos do cinema mundial em cópias restauradas e no suporte original 35mm. Cinema do Dragão: Mostra Retroexpectativa terá 68 filmes de 16 países A mostra acontecerá de 16 a 29 de janeiro chegando em sua 6ª edição A mostra contará com a presença de realizadores brasileiros como Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles, Allan Deberton e Sandra Kogut. Além disso, pelo quarto ano consecutivo, a Retroexpectativa realiza ações de formação em parceria com a escola Porto Iracema das Artes, oferecendo a oficina gratuita "Ateliê de crítica cinematográfica" entre os dias 20 e 24 de janeiro. "A Retroexpectativa foi se estabelecendo como o momento mais importante do ano para o Cinema do Dragão. A mostra virou um marco cultural, é o momento em que vemos o ano qu...

A falta de coragem em Star Wars: A Ascensão Skywalker

O nono longa da saga principal tinha uma tarefa árdua: não somente fechar a nova trilogia, mas o arco dos nove filmes principais; e agradar o fandom , dividido depois das escolhas que Os Últimos Jedis trouxe para saga. Infelizmente ao tentar agradar todos, o novo longa se perde, trazendo um desfecho conveniente, mas pobre em criatividade e que não faz jus ao grande arco que foi construído ao longo das décadas. A história começa com a descoberta que o Imperador Palpatine ( Ian McDiarmid ) está vivo e pronto para tentar novamente dominar a galáxia. A Resistência descobrindo a ameaça luta contra o tempo para se preparar para a maior batalha de todos os tempos. Enquanto isso Rey ( Daisy Ridley ), treinando para se tornar uma Jedi completa, tem de enfrentar seu passado adormecido enquanto mantém uma ligação com com Kylo Ren ( Adam Driver ), agora como supremo líder da Nova Ordem, que tenta convencer a protagonista unir forças. A falta de coragem em Star Wars: A Ascensão Skywalker ...